Notícias

16
maio
2018
    Publicidade
Cartel da Cevada, banda roqueira e cervejeira

Parceria da banda gaúcha e da cervejaria AN2, de Eldorado do Sul/RS, rendeu a cerveja Fronteira, uma APA com bom drinkability.

O nome da banda diz tudo: “Já dá para imaginar que a gente gostava bastante de cerveja, daí para se aventurar e fazer as nossas próprias, foi muito rápido”, diz Igor Assunção, vocalista e guitarrista da Cartel da Cevada. A primeira cerveja que o grupo produziu foi “A Barbada”, uma IPA – que também é o nome de uma das músicas do grupo. Segundo o músico, a relação das cervejas com a música é intensa. “A cerveja nos inspira e a música transpira cerveja, diversão e rock n’ roll.” A nova cerveja, a APA Fronteira, surgiu em homenagem ao último disco da banda, também  chamado “Fronteira”, produzido com a ajuda dos fãs. A parceria com a AN2 veio através de Leo Ponso, mestre-cervejeiro que produziu A Barbada.

“Ele me indicou Luciano Filippetto (proprietário da AN2), um cara muito solícito, além de manjar muito de cerveja e de curtir o Cartel da Cevada.” Os roqueiros acompanharam toda a produção, desde a criação da receita, o processo, o envasamento, até a rotulagem. A escolha do estilo? “O Igor trouxe a ideia do que foi definido, e eu influenciei na receita. Tinha que ser uma APA leve e refrescante, uma cerveja fiel ao estilo e que agradasse a todos. Provamos algumas que eu já tinha feito e fomos para o computador. Em meia hora a receita estava pronta e a gente já sabia que ia dar muito certo”, diz o cervejeiro. O resultado, segundo ele, é uma cerveja para todos os públicos – conhecedores ou não de cerveja artesanal. “O Igor faz um lance que eu acho legal: pega um
pessoal que nunca bebeu cerveja artesanal e dá para provarem. Diz que, até agora, o resultado tem sido positivo. E, se isso está rolando, atingimos nossa meta: cerveja para todos.”

Quer ler a matéria completa? Adquira a edição #32  da Revista da Cerveja.