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08
set
2018
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Coluna: Palavra de Burgomestre

Sady Homrich é baterista da banda Nenhum de Nós e engenheiro químico.

Nessa edição, ultrapassamos a marca de 100 perguntas respondidas na Palavra de Burgomestre. Minha proposta para a segunda centena é responder AS MESMAS questões, pois a cerveja é transitiva e muitos conceitos evoluíram desde abril de 2012.

O primeiro desafio foi responder: “O que é, exatamente, uma cerveja artesanal?”
Seis anos depois essa questão continua polêmica! A legislação não diferencia cervejas “comerciais” e “artesanais”. Alguns pequenos avanços tributários ocorreram durante esse período, beneficiando algumas empresas. Há cervejas artesanais “raiz” e “nutella” para todo bolso, gosto e sabor. Mas alertamos sobre alinhamento empresarial, além do uso de aditivos antioxidantes e estabilizantes utilizados em alguns rótulos autodenominados artesanais. Leia antes e engane-se com os seus próprios olhos!

101) Quais os critérios que são usados para classificar uma cerveja?
A divisão convencionada entre Ales (de alta fermentação), Lagers (de baixa fermentação) e Lambics (fermentação espontânea) vislumbra apenas um dos critérios. Nossa legislação divide cervejas de acordo com extrato primitivo (OG), cor (EBC), teor alcoólico (% ABV), levedura e se é puro malte ou se tem uso de espécie vegetal. Mais detalhes na questão 95, ed. 33. Ou seja, muito pouco mudou, além da consciência do consumidor, que hoje está um pouco mais criterioso.

Quer ler a coluna completa? Adquira a edição #35 da Revista da Cerveja.

Foto: Arquivo Pessoal