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14
abr
2017
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ON TAP #26
Hardbop

Três amigos homebrewers buscaram inspiração na música para dar vida (e rótulo) às suas produções. Hard bop é um gênero derivado do jazz, com influências no blues e na música gospel – um estilo americano com certa complexidade técnica, mas ao mesmo tempo simples de ouvir. Características que, de acordo com os sócios Anderson Morales e os irmãos Fabiano e Rodrigo Boscaini, devem guiar suas criações. Então cigana, a micro catarinense possui cinco cervejas: Milestone (APA), Strato (Premium Lager), Diabolus in Musica (Belgian Blond Ale), Blue Note (Munich Dunkel) e Jam American IPA (American IPA).
Cerveja para levar

A onda dos growlers chegou com tudo à indústria cervejeira: a empresa gaúcha de equipamentos para indústria de bebidas Uniti desenvolveu uma torre de envase para os queridos recipientes. A marca oferece três opções: torre individual, torre com cabine e torre com cabine e entrada tripla (para três estilos diferentes de cerveja). O produto é feito de aço inox e também permite encher garrafas.
Alpha Ryeno

Da parceria entre a cigana Dogma (SP) e a recém-fundada JBeer (SP), nasceu uma receita sazonal que transborda criatividade – herdada dos tempos em que as produções eram feitas nas panelas, em casa. Trata-se de uma Rye American IPA carregada de lúpulos Azzaca, El Dorado, Ella e Yellow Sub, que conferem aromas cítricos e frutados que remetem a laranja, melão, limão e manga. Por conta da adição de centeio, apresenta um corpo aveludado e uma leve picância. A bebida possui 6,2% de graduação alcoólica e 70 IBU e será distribuída em latas de 473 mL. E por falar em embalagem, a novidade estampa uma criatura híbrida, “Apha Ryeno”, cujo nome brinca com os alfa-ácidos dos lúpulos e com a junção das palavras Rye (centeio) e Rino.
Eugênia

Na busca pela fala da escola brasileira de cervejas, a Colorado (SP), uma das pioneiras no país a abraçar ingredientes locais em suas receitas, lançou a primeira de quatro cervejas com frutas. O rótulo Eugênia, nome científico da uvaia, é uma Session IPA com 4,5% de teor alcoólico, que leva a fruta em sua composição. O nome também faz uma homenagem à mulher brasileira, que, na embalagem, é materializada segurando as uvaias.
Mahal

Com pouco mais de um ano, a Cervejaria Nüremberg (SP) apresentou ao público seu quarto rótulo: a IPA Mahal, uma cerveja que mescla características das escolas americana e inglesa. Na receita, conta com quatro tipos de malte e os lúpulos Columbus, Challenger, Kent Goldings e Citra, no dry hopping, resultando em uma bebida de 6,5% de graduação alcoólica e 52 IBU. A Nüremberg foi inaugurada em 2015 e tem, no currículo, as brejas Pilsner Premium, Vetto (Belgian Blond Ale) e Weissbier.
Loucos por cerveja

Expandido portfólio e alcance, a Maniacs Brewing Co. apresentou, durante o Mondial de La Bière Rio, as suas primeiras cervejas de distribuição nacional: Maniacs Pilsen (4,5% ABV) e Maniacs IPA (4,7% ABV). Os rótulos chegam para fazer companhia ao Saison, lançado em 2016 e premiado, no mesmo ano, com bronze na South Beer Cup.
FiscoCerva

O mercado cervejeiro agora conta com uma empresa de consultoria especializada. Foi lançada a FiscoCerva, assessoria contábil, tributária e fiscal, que atende todo o setor: de cervejeiros que querem se formalizar a cervejarias ciganas e indústrias já estabilizadas, além de importadoras, distribuidoras, bares e lojas. À frente da iniciativa estão Elisabeth Bronzeri, advogada e consultora tributária especialista no segmento cervejeiro, e o sócio Gustavo Duin, contador e cervejeiro. Para maiores informações, acesse: fiscocerva.com.br.
Novidades refrescantes

A microcervejaria Dogma (SP) lançou duas novidades frutadas e propícias para o verão: a Éden (5,1% ABV) e a Sourmind (4,4% ABV). A primeira, uma American Wheat “para tomar na eternidade” dos cervejeiros, combina cevada e trigo com os lúpulos Azacca, Mandarina Bavaria, Hallertau Blanc e Huell Mellon – que conferem notas de frutas, como manga, melão e pêssego, no aroma. Já a Sour é uma “Berliner Ryesse” com dry hopping de Citra, que leva centeio e sucos de manga e goiaba em sua composição. Mais alguém ficou com sede?
1850

O primeiro ano de operações da Cerveja Blumenau (SC) foi celebrado com uma Barley Wine. Batizada de 1850 (8% ABV), em referência à data de fundação de Blumenau, a cerveja presta uma complexa e saborosa homenagem a sua terra natal, que completou 166 anos em setembro de 2016. Por ser de guarda, a indicação é que ela seja consumida depois de um ano, para que algumas características sensoriais sejam potencializadas. Para os blumenauenses, outra novidade: a marca inaugurou fábrica própria. Localizada na cidade, a estrutura tem capacidade para produzir 100 mil litros por mês.
Vó Maria In Concert
A recém-lançada Cervejaria Avós (SP), cigana que homenageia de maneira bem humorada os ancestrais do cervejeiro Júnior Bottura, apresentou duas novidades em uma: Vó Maria In Concert, uma India Pale Lager em lata de alumínio. A receita é resultada da união dos dois primeiros rótulos da marca, leva os lúpulos Citra e Crystal, usados na India Pale Ale e na Hoppy Lager, e ainda inclui a variedade Equinox. A cerveja possui 6,1% de teor alcoólico e 50 IBU.
Rótulos repaginados

A mineira Brüder repaginou seus já conhecidos rótulos Pilsen, Weizen e American Red Lager e o mais recente Inhô Trindade (Baltic Porter). A ideia é apresentar uma linguagem que una aspectos contemporâneos com outros mais clássicos. Cada embalagem conta agora com detalhes que remetem ao seu estilo e traz, ao fundo, a imagem da fábrica e, na lateral, a marca triangular, símbolo da cervejaria. As cervejas fazem parte da linha fixa da fábrica.
Schatz Scottish Ale

A empresa familiar Petronius Beverages (RS) lançou no mercado gaúcho o quinto rótulo da linha Schatz. A receita, de estilo Sottish Ale, apresenta 4,8% de graduação alcoólica e 25 IBU. No aroma, apresenta uma sugestão de dulçor, proveniente do malte Caramelo, um leve frutado, que remete a passas, e defumado. Com fábrica própria fundada em 2015, em Caxias do Sul/RS, produz 100 mil litros de cerveja e 20 mil litros de destilado por mês.
Dádiva Odonata

A microcervejaria Dádiva (SP) lançou três versões de uma Imperial Stout maturada em barricas de uísque Tennessee por três meses: uma com adição de frutas vermelhas (morango, framboesa e amora), outra com café de cultivo orgânico e a última com favas de baunilha. Complexas, as cervejas apresentam potentes 12,5% ABV e 80 IBU. Infelizmente, apenas mil litros foram produzidos desta receita, mas novos experimentos com madeira estão por vir: a fábrica colocou alguns litros da Dádiva Duo (rótulo apresentado em março de 2016) também em repouso em barricas de carvalho americano para o lançamento de uma edição especial.
Hemmer

A centenária Hemmer Alimentos, de Blumenau/SC, incluiu em seu portfólio uma linha de cervejas que homenageia o fundador Heinrich Hemmer e sua família. São seis rótulos: 1915 (Pilsen), 100 Anos (Pilsen Extra), Angela (Witbier), Blumenau (IPA), Emma (Weizen) e Heinrich (Strong Golden Ale) – cada um com um copo especial. A produção ocorre na conterrânea Cervejaria Blumenau. Os produtos podem ser encontrados em pontos de venda da marca em todo o país e no e-commerce
emporiohemmer.com.br.
Uma ponte entre a serra e a capital

Os cervejeiros da Serra Gaúcha uniram forças aos do bairro Anchieta, na capital porto-alegrense, para um lançamento encorpado. Trata-se de uma Wee Heavy (9,4% ABV), produzida pela Edelbrau e a Irmãos Ferraro, com um blend de oito variedades de malte. O rótulo é o primeiro no estilo lançado pelas duas marcas e foi distribuído em lotes limitados em bares e restaurantes selecionados da região da Serra e da Grande Porto Alegre.
Azedou!

A Way (PR) engarrafou uma ótima pedida para os dias quentes de verão. Sua Gose, cerveja de alta acidez, é a primeira do estilo produzida pela marca e foi elaborada em parceria com a Stillwater (EUA). Com 3,5% de graduação alcoólica, a receita leva sal marinho da região de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e gabiroba, fruta nativa do Sul do Brasil. Conhecida por suas criações ácidas, a cervejaria já havia apresentado sua Gose em maio de 2015, durante o Copenhagen Beer Celebration (CBC), evento europeu. No mesmo ano, a Way também lançou sua Berliner Weisse (3,5% ABV), fermentada com lactobacilos e que passa por dry hopping com Amarillo e Mosaic.
Psycho Killer

O sucesso da banda setentista Talking Heads foi engarrafado em uma criação da Cervejaria SP 330 (SP), em parceria com o mestre-cervejeiro argentino Hernan Castellani, da cervejaria Sir Hopper. A cerveja é uma Imperial IPA resinosa e frutada, com teor alcoólico de 8,6% e potentes 100 IBU. A partir deste ano a novidade deve ser incorporada à linha de “clássicos” da SP 330, que já possui rótulos como a Hop Pils Last Kiss (Pearl Jam), a American Pale Ale Superstition (Stevie Wonder) e a Black India Pale Ale Last Nite (The Strokes).
Aniversário e novo rótulo

12 anos já se passaram desde a fundação da rede Mestre-Cervejeiro.com, pelo sommelier de cervejas Daniel Wolff, em 2004. Para celebrar, a marca lançou seu terceiro rótulo próprio, a Belgian Tripel Chocolate, com 9,5% de graduação alcoólica. A cerveja foi produzida em parceria com o mestre-cervejeiro Jacir Cavalheiro, da Bier Hoff (PR), e com Pete Slosberg (EUA), um dos pioneiros da cena craft norte-americana.
Brasii Moqueca

E se em vez de se elaborar pratos que combinem com determinadas cervejas, se produzisse cervejas para harmonizar com pratos? Foi com essa ideia, invertendo a ordem, que o chef e beer sommelier Allan Cunha lançou o projeto Brasii, que cria cervejas exclusivas e limitadas para clássicos da culinária mundial. O primeiro rótulo da série é o Brasii Moqueca, uma Saison (6,8% ABV) com leveduras oriundas de flor de maracujá e cana-de-açúcar, fornecidas pela Bio4 Tecnologia. As receitas do prato (moqueca) e da bebida estão disponibilizadas na embalagem, para quem quiser reproduzí-las em casa. Confira mais detalhes no site: brasii.com.