Apesar de tudo, o movimento cervejeiro do Ceará segue — e como um dos mais expressivos do Nordeste. Como em outros estados, vem enfrentando dificuldades, principalmente depois da pandemia, quando vários empreendimentos fecharam. A recuperação tem sido lenta. O importante, porém, é que a cena local tem todos os seus atores: cervejarias, bares, brew shops, brewpubs, entidades diversas e profissionais.
A Acerva Cearense começou a surgir de forma mais concreta em meados de 2013, quando o movimento de cervejeiros caseiros passou a ganhar mais força, e, com o tempo, foi crescendo cada vez mais, tanto em Fortaleza como no estado. É o que conta o vice-presidente Dênis Bezerra de Barros, destacando que, conforme mais e mais pessoas foram aderindo ao hobby, tornou-se necessária a criação de algo consistente e organizado para fomentar uma paixão que muitos tinham em comum — a cerveja. “Com o movimento ganhando força, em 2015 foi oficializada a Acerva Cearense, hoje com 40 associados.”
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