Beer for export

Texto: Emílio Chagas | Foto: Camila Vieira

As cervejas brasileiras estão, cada vez mais, sendo reconhecidas no exterior, ganhando mundo, inclusive com os mais importantes prêmios. E despertam muita curiosidade. Mas isso ainda não é o suficiente para que haja um grande volume nos negócios da exportação — ao contrário do que acontece no Brasil, que consome uma enorme quantidade de cervejas estrangeiras. Quais os processos, mecanismos, procedimentos, vantagens e dificuldades de exportar? Veja aqui a análise de especialistas e dos mais interessados — os cervejeiros.

Segundo o consultor de negócios em cervejas Ronaldo Morado, qualquer cervejaria estruturada é capaz de ser bem-sucedida na expansão para o mercado internacional. Porém, é preciso que ela esteja capacitada para tal nos aspectos produtivos, administrativos, contábeis e comerciais.

Ao que a analista Marina Finestrali, da gerência de relações internacionais e comércio exterior da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), acrescenta: “A empresa precisa analisar se o seu produto é competitivo no mercado internacional e atende às exigências básicas para a exportação. Nessa etapa, é fundamental uma análise de mercado nos diferentes países, observando a aceitação do produto, legislação, barreiras, custos logísticos e estrutura dos canais de distribuição, dentre outros tópicos, para definir qual estratégia a ser adotada nos diferentes mercados”.

São dois tipos de exportação: direta e indireta. Na primeira, diz Morado, todo o processo é conduzido pela cervejaria, mesmo quando se utiliza de um distribuidor local. “Apesar de exigir mais gerenciamento por parte da cervejaria, mantém sob o seu controle a interface com o mercado destino.”

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