Gose, uma remanescente da tradição pré-Lager da Alemanha

Colunista Daiane Colla

Daiane Colla é jornalista, juíza BJCP, sommelier e mestre em estilos de cerveja.

Estilo foi o preferido da Saxônia por aproximadamente 250 anos, desapareceu após a WWII e ressurgiu graças ao movimento artesanal, em versões modernas que levam frutas e ervas. A Gose abre a série sobre estilos cervejeiros na Revista da Cerveja.

Mesmo com muitas variações, as Gose têm algumas características comuns. Produzidas com maltes de cevada e trigo, levedura, lactobacilos, sal e coentro, têm aroma geralmente ácido, leve e frutado, como cheirar um limão recém-cortado, acompanhado de um leve aroma de grãos ou pão fresco. O sal às vezes dá uma sugestão de uma brisa do mar limpa.

Normalmente não é uma cerveja com aroma de lúpulo. O sabor tem muito pouco amargor e uma acidez leve a moderada, que deve ser perceptível. A acidez deve ser limpa, simples e frutada. A intensidade da acidez pode ser equilibrada por algum dulçor maltado, mas não deve ser excessivamente doce.

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Foto: Arquivo Pessoal

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