Holanda e as artesanais

Texto e foto: Letícia Garcia

O movimento cervejeiro na terra de Van Gogh.

Os Países Baixos, mais conhecidos por aqui como Holanda — que, na verdade, é o nome da região formada por duas províncias, Holanda do Norte e Holanda do Sul —, fica ao norte da Europa ocidental e tem a maior parte do seu território abaixo do nível do mar. Conhecido por seus moinhos de vento, tulipas, tamancos, bicicletas e pintores renomados, o país também vive o movimento das cervejas artesanais. Fazendo fronteira com Alemanha e Bélgica, a imagem cervejeira da Holanda acaba sendo imediatamente ligada à companhia Heineken, que ganhou o mundo e recentemente ampliou o seu alcance aqui no Brasil. Mas o movimento artesanal no país cresceu muito nos últimos anos — e rápido.

Lar de trapistas e especiais

Quem conta é Fiona De Lange, beer sommelier holandesa formada pelo Siebel Institute de Chicago/EUA e Certified Cicerone pelo Cicerone Certification Program. Ela viaja o mundo trabalhando como consultora independente para cervejarias, tem programas de educação cervejeira para bares e restaurantes, além de ministrar workshops sobre o tema, é autora cervejeira e já lançou quatro livros. Fiona entrou neste universo depois de uma visita ao país vizinho, Bélgica, onde percebeu a paixão com que os cervejeiros falavam sobre a história das cervejas e das cervejarias. “Estou quase 25 anos mais velha e meu coração é ainda mais apaixonado por cerveja”, diz.

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