Palavra de Burgomestre XLIV

Após ultrapassar a marca de 100 perguntas respondidas na Palavra de Burgomestre, começamos a responder AS MESMAS questões, revendo muitos dos conceitos que, afinal, evoluíram bastante desde abril de 2012. Em 2013, estive no Copenhagen Beer Celebration a convite da Importadora Tarantino, que hoje tem a sua própria fábrica em SP. Pode-se dizer que, nesse festival, temos um avant-première do que vai rolar na cena cervejeira. Lá começava a popularização dos estilos Sour Beers.

 130) O que faz uma cerveja ser “Sour”?

Sour significa “azedo” em inglês. Isso não mudou… De acordo com o guia da Brewers Association, as Sours e as suas subcategorias (Ales e Lagers) podem ter notas acéticas e láticas, com ou sem fermentação a partir de leveduras alternativas, como Lactobacillus, BrettanomycesPediococcus, principalmente.

É um estilo muito aberto, pois deve ser levado em conta o estilo-base, que deve manter as suas características, e essa informação deve constar no rótulo. Muito possivelmente todas as cervejas ancestrais eram levedadas espontaneamente com colônias de micro-organismos autóctones, trazidos de plantações (ameixas, cerejas, etc.) pelos ventos. Aos poucos, dividiram-se em estilos locais e alguns conseguiram ultrapassar o tempo e a febre mundial da cerveja Lager. Em Berlim, ainda se encontra a tradicional Berliner Weisse, bastante ácida, que é servida com xaropes de frutas. O Brasil entrou para o Guia de Estilos norte-americano do BJCP com a Catharina Sour.

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Foto: Thaís Marini Maciel

 

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