Viveiros de lúpulo, uma tendência que pegou no Brasil

Produção: Letícia Garcia | Texto: Emílio Chagas | Ilustração: Iuri Lang Meira

Nos últimos anos, começaram a surgir e a se multiplicar os viveiros de mudas de lúpulo no Brasil, um mercado que ganhou um forte impulso com o crescimento do movimento da cerveja artesanal no país. Embora seja uma cultura nova, os resultados apresentados até agora são muito promissores, mostrando que existe uma grande demanda, principalmente entre aqueles que querem produzir esta matéria-prima essencial para a nova produção cervejeira.

“Em 2009, ‘panelando’ com os amigos Alexandre Ruchel e Julio Trebski, despertei para a arte e o hobby de fazer cerveja. Então fui em busca de conhecer os insumos. Quando deparei com o lúpulo, foi uma paixão à primeira vista, devido a sua multifuncionalidade e poder na confecção, história e fenologia da espécie”, diz Leonel Carlos Anderman, biólogo, viveirista de plantas e gerente do Viveiro Porto Amazonas — empresa com 50 anos de atuação no ramo, com sede no município Porto Amazonas/PR.

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