Pumpkin Ale e APA são os novos rótulos da cervejaria Staunen Bier

Texto: Andréia Ramires / Foto: Divulgação

A cervejaria Staunen Bier, de Porto Alegre/RS, acaba de ampliar o portfólio. A marca lançou no último fim de semana, durante uma degustação guiada on-line, uma American Pale Ale e uma Pumpkin Ale — nos dias 18 e 19 de setembro também foi feito um evento presencial com grupos fechados para evitar aglomeração em tempos de pandemia.

O lançamento das cervejas nos dias 18 e 19 foi realizado com movimentação nas redes sociais, chamando para participar de uma degustação guiada com a cerveja, pão de malte e dois sabores de geleia caseira. Em turmas de no máximo 15 pessoas, os integrantes receberam um kit para levar pra casa.

A Pumpkin Ale é um estilo americano, no qual a abóbora e as especiarias são as estrelas. É uma cerveja leve que lembra um doce de abóbora, sem ser doce, pois o sabor da cerveja predomina, com um final seco, mas sempre presente a abóbora. Já a APA é uma cerveja leve e refrescante, com aroma cítrico que lembra lima, limão, pitanga. Além disso, a cerveja recebeu um triplo dry hopping de lúpulo Ekuanot, que se refere ao equinócio solar, marcando o início da primavera.

A Pumpkin com 26 IBU, 4,7% de ABV e a APA com 26 IBU e 5% de ABV, serão cervejas de edição sazonal, encontradas apenas em garrafas de 500 mL, diretamente na cervejaria, podendo ser adquirida por WhatsApp, direct do Instagram ou no site staunenbier.com.br. Em pontos de venda, paulistas poderão comprar pelo site philldrunk.com.br e gaúchos no bar Inca, mas em barril limitado.

“Durante a pandemia, tivemos que nos reinventar e além de continuar atendendo aqueles clientes que conseguiram resistir, fomos atrás do consumidor com entregas domiciliares, take away, remessas por transportadora, pedidos por telefone, carta, e-mail, sinal de fumaça”, brinca Lisandro Fleck, proprietário da cervejaria, que acrescenta que “só não teve Staunen quem não quis”.

Sobre lançamentos e dificuldades da pandemia, Lisandro diz: “Como para muitos, não está fácil. Mudou o modelo de negócio e só vai sobreviver quem acompanhar as mudanças. É ruim, dá trabalho, mas não tem jeito. O público que consome cerveja especial, deseja cervejas novas, estilos que não são comuns. E para que uma marca esteja em evidência, ela precisa trazer novidades”, finaliza.

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