Num ano de pandemia, mercado instável e dificuldades, a latinha de alumínio para bebidas foi na contramão e registrou um crescimento de 7,3% em 2020 no Brasil. Um total de 32 bilhões de latas foram comercializadas, um recorde, com faturamento bruto de R$ 17,5 bilhões. A pandemia mudou o perfil de consumo das bebidas, fazendo com que as pessoas consumissem mais em casa, principalmente no mercado de cerveja, favorecendo o resultado positivo do setor das latas de alumínio.
Segundo o presidente executivo da Abralatas, Cátilo Cândido, “A latinha vive um momento único em nosso país. O consumidor brasileiro vem escolhendo a lata de alumínio motivado pela consciência ambiental, conveniência e pelas variedades de formatos e produtos.”, ressalta.
Em virtude do crescimento sequencial ao longo dos últimos anos, o setor encontra-se em plena expansão. Em 2020, duas novas fábricas foram inauguradas e a ampliação de linhas de produção já existentes resultaram em investimentos de cerca de R$ 1 bilhão. Atualmente o Brasil é o terceiro maior mercado consumidor da lata de alumínio, atrás da China e dos Estados Unidos.
Até 2022, três novas fábricas serão construídas, sendo duas em Minas Gerais, o que consolidará o estado como maior produtor de latas de alumínio para bebidas da América do Sul quando estiverem todas operando. A Crown Embalagens abre uma unidade em Uberaba. Já a Ball Corporation está investindo na construção de uma fábrica em Frutal, um município com 60 mil habitantes, localizado próximo ao estado de São Paulo. A terceira fábrica ainda não tem local definido. “Apesar das incertezas do momento, continuamos apostando no Brasil. Nosso setor está trazendo investimentos, geração de renda, impostos, emprego e oferecendo a embalagem mais sustentável para os consumidores.”, finaliza Cândido.





