Escola Brasileira — Ainda aprendendo a lição

Com o crescimento do mercado de cervejas artesanais, principalmente nos últimos 10 anos, acabou surgindo a ideia de uma escola brasileira de cerveja. A ideia ganhou corpo depois da criação das primeiras cervejas consideradas como sendo de um estilo brasileiro, como a consolidada Catharina Sour e a Brazilian Pale Ale, além dos primeiros cultivos de insumos nacionais. Mas, segundo os especialistas ouvidos aqui, isso é apenas um começo.

Na opinião do mestre-cervejeiro e sommelier de cervejas Gustavo de Miranda, a definição passa por um processo de criação, caracterização e diversificação de novos estilos, produzidos igualmente pela maioria das cervejarias de uma região ou de um país. “E em quantidade tal que possam ser, de fato, identificadas e reconhecidas não só por estes países, mas pela comunidade cervejeira global.” Já para Edu Pelizzon, também sommelier e professor, uma escola cervejeira é um conjunto de elementos, tradição e história, influências, características técnicas de produção únicas, matérias- primas e insumos locais ou únicos. “Vale lembrar que as escolas cervejeiras foram mapeadas há muito pouco tempo por duas instituições americanas”, diz.

Ilustração: Eduardo Soares

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