Modelo de vendas direta ao consumidor se consolida como alternativa na crise

Por Luís Celso Jr. é jornalista, sommelier e mestre em estilos de cerveja, pós-graduado em Administração de Pequenas e Médias Empresas. Foi terceiro colocado no 1º Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas. É consultor, juiz de concursos nacionais e internacionais, professor do Instituto da Cerveja Brasil (ICB-SP) e fundador do BarDoCelso.com, blog mais antigo de cervejas do país.

Apesar da estratégia D2C (Direct to Consumer) não ser novidade, a pandemia acelerou a adesão à tendência também no meio cervejeiro. Agora, ele pode ser uma das principais soluções para manter o faturamento.

A matemática não mente. Os números são o que são, não importa o quanto choremos para eles mudarem. O meio da cerveja artesanal no Brasil enfrenta uma crise com o aumento dos preços dos insumos de um lado e a diminuição do consumo do outro. A primeira reação de muitos é baixar os preços para manter as vendas. No entanto, isso pode comprometer as margens, o posicionamento do produto no mercado e até a qualidade da cerveja, como comentei na última edição da RC Técnica.

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