ABCerveja: óleos essenciais — O ouro do lúpulo

Quem explica é Duan Ceola, com sólida formação cervejeira: licenciado em Química, professor na Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM), de Blumenau/SC, é também sommelier de cervejas pela ESCM/Doemens e cervejeiro caseiro desde 2012. Desenvolve pesquisas relacionadas ao perfil aromático do lúpulo e a utilização na cerveja — um especialista, portanto.

De acordo com a ISO 9235:2013, óleo essencial é definido como o produto obtido a partir de uma matéria-prima de origem vegetal por destilação com água ou vapor d’água. “Ou seja, os óleos dos lúpulos são as porções de menor massa molecular, mais voláteis. Por consequência, escapam para a atmosfera com certa facilidade e não são solúveis em água”, começa explicando Duan.

Tanto as resinas (alfa-ácido e beta-ácido) quanto os óleos essenciais são extraídos da glândula de lupulina da flor feminina do lúpulo, também chamada de lupulina ou glândula lupulínica. “É a porção que contém os inúmeros compostos transferidos do lúpulo para a cerveja. Geralmente, a lupulina se apresenta com uma coloração amarelada, lembrando ouro. De fato, alguns cervejeiros consideram o ouro do lúpulo.”

Leia a matéria completa na edição #57 da Revista da Cerveja.

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