A tendência chegou para ficar. E não apenas isso: para crescer, e muito. É o que se conclui a partir das experiências aqui vividas por cervejarias que aderiram a esta ideia sem volta. Todas com um ponto em comum: produzem cervejas sem álcool, mas seguindo o estilo, sem perder o sabor e buscando alternativas ao estilo predominante, o das cervejas American Lager, a popular Pilsen.
Buscando a saudabilidade
A cervejaria paulista começou a produzir cerveja sem álcool em abril de 2021. “Importante mencionar que não são ‘sem álcool’ daquelas que permitem até 0,5% de graduação alcoólica, são efetivamente 0,0% de álcool”, ressalta Aloisio Farah Xerfan, sócio-fundador. Segundo diz, as cervejas zero álcool fazem parte de um portfólio de cervejas mais saudáveis: a Blondine vem estudando a tabela nutricional das cervejas, explorando o que mais a categoria pode contribuir em saudabilidade. “No portfólio ‘sem’ estão juntas as cervejas zero álcool, sem glúten e de baixa caloria.”
Blondine
As cervejas produzidas
A cervejaria produz duas versões de cervejas 0,0% álcool: a Blondine Session IPA 0,0% e a Blondine Session IPA 0,0% Maracujá, esta última com adição da fruta em sua formulação, já que, na Blondine, existe também uma clara percepção de tendência de cervejas 0,0% álcool com frutas.
A Blondine Session IPA 0,0% é produzida de acordo com a Lei de Pureza Alemã, apenas utilizando água, malte, lúpulo e levedura. “Ela traz características fiéis de uma Session IPA americana, aroma cítrico, IBU de 40, teor alcoólico de 0,0% sem nenhum residual”, garante Aloisio. Já a Blondine Session IPA 0,0% Maracujá recebe o aroma natural de maracujá, que ganha força na análise sensorial do produto. E sua qualidade já foi reconhecida com uma medalha na Brasil Beer Cup 2021.
Leia a matéria completa na edição #60 da Revista da Cerveja.





