Como os álcoois superiores e os ésteres moldam sua experiência sensorial com a cerveja

Por José Gonçalves Antunes, engenheiro químico, MSc., coordenador pedagógico do Curso Técnico em Cervejaria do Colégio Imperatriz/Agrária Malte (PR).

Ao abrir um vasilhame de cerveja, os deliciosos sabores e aromas presentes na bebida não são determinados apenas pelo malte e lúpulo. Subprodutos gerados pela levedura na fermentação, como os álcoois superiores e os ésteres, também têm um papel de destaque neste deleite sensorial. Embora menos conhecidos, eles são a chave para revelar as características frutadas e florais marcantes em alguns estilos.
Exploraremos os álcoois superiores e os ésteres, bem como a ciência por trás desses compostos, além de formas de potencializar ou minimizar sua presença na cerveja, de modo a garantirmos uma qualidade sensorial superior ao produto.

Nossa jornada começa com os álcoois superiores, que são, possivelmente, os subprodutos da fermentação mais incompreendidos no universo cervejeiro. Mas, afinal, o que são álcoois superiores?

Quer ler a matéria completa? Tem interesse em outras matérias aprofundadas como essa? Conheça as edições Técnicas da Revista da Cerveja. Entre em contato pelo WhatsApp: +55 (51) 99101-7702

MANTENHA-SE INFORMADO SOBRE O MERCADO CERVEJEIRO

Insira seu nome e email para receber nossas informações

Comments are closed.