Sady Homrich é baterista da banda Nenhum de Nós e engenheiro químico.
Após ultrapassar a marca de 100 perguntas respondidas na Palavra de Burgomestre, começamos a responder ÀS MESMAS questões, revendo muitos dos conceitos que, afinal, evoluíram bastante nos últimos seis anos. Receitas “perdidas” vêm sendo resgatadas por cervejeiros ao redor do mundo para redescobrir esses sabores. Os guias de estilo não conseguem mapear toda a diversidade cervejeira.
136) Na edição anterior, foi citada uma Porter com Brettanomyces. Ainda existe?
Sim, pela determinação de alguns cervejeiros em resgatar a história. Hoje sabe-se que a guarda em barris de madeira facilita a propagação de micro-organismos que acidificam a cerveja, dentre eles o Brettanomycces.
Alguns chamam de contaminação… No século XVIII, os ingleses apreciavam um estilo chamado Stale Ale, que maturava em barris por muito tempo, azedando por essa “contaminação”. Para que ficasse palatável e para baratear o pint, os bartenders faziam um blend entre a Stale Ale e uma cerveja escura nova, chamado-o de Entire. Os seus barris per petuavam colônias de Bretta.
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