Por Ana Pampillon, turismóloga, sommelier de cervejas, coordenadora da Rota Cervejeira RJ e atuante no mercado de lúpulo brasileiro.
Por aqui, falamos de turismo cervejeiro. Mas como trabalho também conectando os produtores de lúpulo das cervejarias ao redor dessas plantações, tenho aproveitado para inserir essa pauta dentro do Turismo. E temos muitas novidades.
Como faço isso?
Fevereiro é o mês da grande colheita. Alguns produtores já estão partindo para o terceiro ano de colheita, momento em que o lúpulo atinge sua maturidade e daqui para frente é só sucesso.
Os campos estão lindos, as cervejarias ainda olhando meio desconfiadas para o produto nacional, como no começo, quando começaram a plantar, e como bem dizia São Tomé: é preciso “ver para crer”.
Assim que as cervejarias entenderem o que os produtores estão fazendo e como estão investindo em nosso território, vão correr, fazer filas, para comprar os lúpulos brasileiros, frescos, com preços mais baixos que os importados e com características superiores também.
Enquanto isso não acontece, pois toda construção com bases sólidas leva tempo, o turismo nos campos de lúpulo podem dar uma rentabilidade quase que imediata. Com todo o glamour, que envolve essa espécie vegetal, grande responsável pelo tempero da cerveja.

Pois é, parece sonho, mas
algumas rotas rurais, dessa natureza já estão sendo criadas. Em breve, uma perto de você, vale conferir.
Boa viagem! Ou seria bem vindos?!





