Cervejaria gaúcha lança duas cervejas clássicas belgas.
A primeira cerveja belga lançada é a Belgian Strong Blonde Ale, com aromas frutados típicos da levedura belga. É uma cerveja que traz aromas de pão, frutas amarelas lembrando pêssego e ameixa. Tem um leve toque herbal proveniente do lúpulo Saaz. O sabor refrescante com final seco e o teor alcoólico elevado tornam essa cerveja a companhia perfeita para o início da primavera. Tem graduação alcoólica de 8%.
Já a Belgian Tripel apresenta uma complexidade ainda maior que a primeira, traz aromas de pão acompanhados de ésteres frutados e fenólicos da fermentação da levedura belga. Suas notas frutadas veem do aquecimento alcoólico que equilibram com o leve dulçor residual, além de apresentar
amargor médio.
“Nossa ideia é reproduzir a experiência que tivemos na Bélgica, quando estávamos viajando e conhecendo mais sobre esse universo cervejeiro”, afirma Raquel Jacob Diehl, que responde pelas áreas comercial e administrativa da Narcose. “São elas que nos despertaram para esse mundo. Começamos pela
escola belga, em seguida fomos para alemã, para depois descobrirmos as britânicas. Vamos lançá-las também nesta ordem”, conta Raquel. E destaca, “Estamos falando de uma cerveja que é fresca, não é pasteurizada, o que faz toda a diferença”, afirma.
As Ales Clássicas, como também são definidos esses dois lançamentos, têm os desenhos das latinhas feitos pelo artista visual e designer gráfico Bruno Shilling. Ele tem influências que vão do abstracionismo geométrico até o estilo cinético em seus trabalhos. Para ambos os rótulos, ele criou uma arte com um
baú de tesouros, remetendo justamente as descobertas que esse estilo proporcionou à família Diehl. "Minha introdução ao mundo das cervejas artesanais foi através dos estilos belgas, e a partir desse resgate de memórias veio a ideia de criar a ilustração do baú do tesouro, representando algo muito
valioso que de certa maneira viaja através do tempo, assim como as receitas das Ales Clássicas.





