Edu Villegas, sommelier de cerveja desde 2000, certificado pela Doemens Akademie, embaixador no México da Doemens e da Unionbirrai. Fundador da Academia Mexicana de Enogastronomia (Ameg) e de diversas organizações, eventos e competições de cerveja. Head brewer e proprietário da Cervecería Tatuaje. Primeiro sommelier mexicano a participar do Campeonato Mundial de Sommelier de Cerveja em Munique, Alemanha, 2017 e Rimini, Itália, 2019. Juiz cervejeiro em competições internacionais no México, na Alemanha, na Itália e no Brasil. É educador cervejeiro, jornalista cervejeiro, consultor para agentes cervejeiros e cervejarias e instrutor de juízes de cerveja. Convidado do México; tradução de Traduzca.
É sabido que as inflorescências da variedade feminina da Humulus lupulus vêm sendo empregadas na herbolaria asiática e europeia há milhares de anos. Os seus usos medicinais e relaxantes são amplamente conhecidos desde tempos imemoriais. Civilizações muito antigas têm deixado testemunho disso. A sua passagem pela cerveja como ingrediente é contada da mesma forma como se tem usado todo tipo de outras flores, plantas, raízes, frutas, sementes, etc.
No entanto, diferente de outros ingredientes, essa planta em particular gozou de uma especial atenção por parte dos cervejeiros europeus, que encontraram nela uma possibilidade para dar maior “longevidade” às cervejas, baseada em arcaicos preceitos que ditavam que, ao acrescentar o lúpulo à cerveja, esta podia ser mantida em boas condições (de acordo com os conhecimentos da época e as características próprias dos séculos XI ou XVI, segundo o caso). Todos conhecemos as recomendações feitas pela monja Hildegarda, a Ordre du Houblon e até a Reinheitsgebot — porém, essas recomendações tinham um fundamento baseado mais no empirismo do que na verdadeira ciência.
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