Texto: Abracerva | Foto: Reprodução
Com a inédita contaminação ocorrida em Minas Gerais, a Abracerva indiciou aos órgãos competentes que, através de uma normativa, proibisse o uso do dietilenoglicol nos processos.
Carlo Lapolli, presidente da entidade, comenta que o objetivo do levantamento era entender qual é a proporção do uso dessa substância. “Empiricamente já sabíamos que o número era baixo e que o risco de acontecer era pequena. Constatamos isso na pesquisa: 98,5% não usam e temos convicção que, mesmo esses 1,5% que utilizam, tomam as medidas de precaução e já estão implantando mudanças”, comenta.
Lapolli reafirma ao consumidor que ele pode seguir apoiando e consumindo cervejas de outras fábricas sem problemas. “Como viemos reforçando: o caso é inédito neste mercado. Estamos à disposição, assim como as indústrias, para mostrar o processo e para que o consumidor veja que o negócio da cerveja artesanal é sério, profissional e passa por acompanhamento constante dos órgãos de fiscalização. O que aconteceu em Minas Gerais é uma exceção absoluta e não pode prejudicar um setor ascendente e impactante como o nosso”, reafirma.





