A proposta básica do Hildegard Project é lançar cervejas inéditas com uma regra e um princípio: utilizar apenas um lúpulo na receita e ser fácil de beber.
O nome do projeto é inspirado na abadessa Hildegard von Bingen, que no século 12 comandou duas Abadias na Alemanha, compôs peças de música sacra e compilou tratados em diversas áreas do conhecimento. Sua obra sobre botânica é reconhecida como primeira fonte do uso do lúpulo como aditivo padrão na produção de cerveja, servindo, portanto, como um marco na história da bebida.
Com intuito de produzir receitas que estimulem os bebedores ao mundo cervejeiro, o projeto foi criado por Rosária Pacheco, beer sommelier, juíza cervejeira de concursos nacionais e internacionais e consultora especializada em análise sensorial, além de João Xavier e Leonardo Paredes, sócios da cervejaria Continente, e por Marcelo Viola, publicitário.
Uma Lager alemã com um lúpulo japonês, uma Pale Ale australiana com café brasileiro e um lúpulo bastante frutado, uma cerveja defumada da Suécia com zimbro e um lúpulo cítrico norte-americano são exemplos de cervejas já produzidas pelo projeto. Para quem desejar reproduzir as receitas, pode procurar o passo a passo divulgado nas redes sociais do projeto e também no rótulo de cada lata.
Neste mês, o projeto produziu uma Brut IPA, a primeira cerveja colaborativa do Hildegard Project, com a Minore, de Tais Suhre e Roberto Schroeder, também de Porto Alegre. Outra colaborativa que já está programada é com a gaúcha Perro Libre. O rótulo unirá as principais filosofias de cada cervejaria: cervejas single hop no caso da Hildegard e ingredientes sul-americanos por parte da Perro Libre.
Apesar de quase todos os lotes estarem presentes nos três estados do Sul e São Paulo, o projeto pretende chegar ainda mais longe, disseminando a cultura cervejeira. Para acompanhar o projeto, acesse as redes sociais no Facebook e Instagram @hildegardproject.





