Associações de 16 países da América Latina formaram o Bloco Cervejeiro. A integração entre as cervejarias latino-americanas independentes e a criação de ações supranacionais para o mercado são alguns dos objetivos do Bloco. O encontro aconteceu este mês, no Panamá, e definiu o Brasil como vice-presidente.
O movimento do setor cervejeiro está a pleno vapor, não só em relação ao número de novas marcas, mas também em práticas que visam fortalecer o segmento. Representado pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), o Brasil assumiu a vice-presidência do grupo e o Uruguai a presidência.
Entre os principais objetivos está a integração das associações e cervejarias latino-americanas independentes. Com a aproximação das nações, a ideia é criar estatísticas comuns de mercado, análises mais completas e comparações das realidades tributárias para, assim, propor novas medidas supranacionais de fortalecimento do setor.
“É essencial conhecermos de perto outras realidades, termos dados mais concretos para podermos pensar em ações para consolidar o movimento das artesanais. Com essa aproximação e o trabalho em conjunto dessas associações, todos têm a ganhar”, comenta Carlo Lapolli, presidente da Abracerva.
A próxima reunião do Bloco Cervejeiro Latino-americano está marcada para novembro, no Uruguai. Além dos países que compõem a presidência, integram o movimento: Peru, Costa Rica, Argentina, Equador, Panamá, México, Chile, Paraguai, Colômbia, El Salvador, Honduras, Guatemala, República Dominicana e Nicarágua.





